E voltamos a nossa programação normal :)

Salve salve!

Cá estamos, depois de colocado na parede (pela expressiva audiência que me lê mas não comenta) e chamado de lagartixa que não posta, de volta ao mundo online... depois de um mais que desejado mês de descanso, namoro e desencano [não necessariamente nesta ordem], feliz, em paz, de baterias carregadas e cabeça arejada pros desafios que estão por vir, fervilhante no maquinar e realizar tudo que se almeja. Já tinha esquecido o que era ficar sem fazer nada, e faz um bem danado :). E relembrei o que é fazer um monte de coisas simples que simplesmente não tem preço. Mas não só de nada foram as férias, pois conhecer São Paulo é da hora [é, essa gíria me pegou] tal qual é [re]conhecer Curitiba pelos lugares onde sempre vivi, ou que ia sem esse olhar descomprometido. Se Deus quiser e eu novamente conseguir me permitir, ano que vem tem mais. Gooora vamos à rapidíssimas.

 

 

Pandemia no país, espaços coletivos sob ameaça, e um clima [ao menos nas cidades onde estive] mais que propício para disseminação do vírus H1N1. Já passei pela minha gripe do inverno, ileso. As vitimas, majoritariamente, tem sido aquelas com sistema imunológico debilitado / enfraquecido. Então tão, a minha sugestão para manter-se sadio é não permitir que seu sistema imunológico baixe, bem como tomar os cuidados que não servem só como prevenção: são saudáveis para a vida. Dispenso tecer qualquer tipo de discurso demagogo e politiqueiro pois o mundo está aprendendo agora, após alguns meses do inicio do surto, como controlar o numero de casos. Não há país algum preparado para fazer milagre.

 

[link pra charge aqui]

 

Alguma novidade [novidade mesmo] no ultimo mês? Alguma mentira quando os políticos podem se lixar com a opinião pública? E quando o presidente diz que a responsabilidade do “Presidente ops digo Senador” Sarney estar onde está não é dele? Essa pandemia é nossa há algum tempo e muito mais difícil de curar [omissão social e política]... deixo a minha previsão por aqui: da cambada que está por lá hoje, pelo menos 60% será reeleita. Nos 40% restantes, pelo menos 20% assumirão algum outro cargo em suas respectivas fazendas.  Já na economia, não é que no final das contas a onda não foi tão grande assim? E nunca na historia desse país permaneceu-se gastando tanto? Não esperava que o Brasil passasse com “tamanha maturidade” sobre a crise, que ainda não acabou, mas cá só vira monstro se todo mundo fechar os olhos e ficar chorando pela morte da marolinha.

 

 

Por falar em morte, digo que o M.Jackson é o Elvis da minha geração: tem gente que ama, tem gente que odeia. Mas todo mundo viu e ouviu. Guardo na lembrança não o homem pertubado por uma serie de dificuldades pessoais que não deixaram de ser um preço por sua genialidade; mas sim o homem que foi de singular contribuição pra forma como eu e milhões de pessoas consome música hoje.

 

 

 

 

No mais, eu digo que escrever “regularmente” durante 5 anos é uma satisfação que só cabe neste blog. Começou com um propósito que foi vagamente seguido, mas contribuiu significantemente para tudo que veio a seguir. Minha biografia digital repleta de coisas que muitos gostam (ou quase) de ler e outras tantas que só eu sei o que significa ter escrito. Que me trouxe amizades, empregos, relacionamentos, e é uma das formas mais interessantes de manter a minha paz. Continuo até escrever perder o sentido, comprometido comigo mesmo e com uma paz que não tem preço. Até que o resto deixe de ser o resto :). No máááximo no final deste mês estará aqui o que eu queria ter postado hoje mas, obviamente, não tive tempo pra preparar: um vídeo que conta a historia deste lugar qual muito prezo. Intééé!

 

Posta-se assim >> Na correriaMuito felizNa correria

“Saudades no coração, roupas de frio no verão. A lua crescente, sorri... ainda é noite clara aqui. (...) Levo a mala leve, sem pesar. Sei que vou voltar em breve...”, Diz Ludov em Noite Clara.



Foi dito por « tony » às 15:27
[ ]



[ página principal ] [ ver mensagens anteriores ]
 

todos os posts




 

sobre

Era julho de 2004, alguém desocupado o suficiente para querer ter o que fazer, e preparando-se para os vestibas [logo, com vontade (in)voluntária de escrever], que vagando na net e cansado de msnzar e só, via-se escrevendo um texto aqui, outro acolá, já tinha meio caderno recheado com aquelas lindas, melosissimas [e depois de algum tempo, engraçadissimas] cartas e poemas amorosos, e assim ia, até que a internet banda larga chegou ao escritório/casa. Começou um capitulo de uma infindável história.

Estava enfim ocupado, e de bônus nasceu a oportunidade de fazer ótimas amizades e de aprimorar os conhecimentos na linguagem html, responsável pelo design de sites. Há alguns anos atrás era bom saber, hoje é imprescindivel na minha profissão o conhecimento das ferramentas de produção pra web. Isso tudo somado a facilidade pra escrever, que foi ampliada.

Visualmente ele evoluiu (como era de se esperar) até porque nesses 5 anos também houve um salto qualitativo na capacidade executiva do dono do blog, que sem preguiça consegiu faze-lo chegar até aqui.

O conteúdo nunca foi muito especifico. Postou-se sempre o que dava na telha, desde relatos detalhadíssimos de dias únicos, a junções e comentários a cerca de textos de outros. Especiais de niver do blog, retrospectivas, lá se vão alguns [muitos!] momentos da vida e das coisas deste que vos escreve. A periodicidade de outrora foi diminuindo em vista da carga de ocupações, trocando se o diário de poucas palavras por muito [de forma sucinta] em um ou outro dia.

E em 2010, a mudança para um endereço próprio: http://blog.tzaum.com.