15 dias

Sem postar... ritmo comum, em vista dos últimos tempos.

TCC (tem correria e cansaço): em vias de entregar a 1ª fase, sem maiores problemas. Estagio ocupando o tempo de maneira super proveitosa, aniversário passado [sim, ganhei uma gripe de presente que me acompanhou durante 10 dias! Bendito fim de inferno astral, hahahauaua...], nada como dias corridos pra poder postar um pouco de mais do mesmo, em ritmo comum.

 

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Sabe qual é a minha opinião pra novela Isabella? 45% a mais de ibope nos telejornais. Circo lazarento (¬¬).

Aqui na 5ª comarca, meu clube do coração vai passar a cobrar das rádios pelas transmissões do Campeonato Brasileiro de futebol. Justíssimo, e já que o rádio não se profissionaliza por bem [estavam esperando a digitalização do meio que corre em passos devagares há 3 anos], agora vai na marra do capitalismo do mundo da bola. A radio que mais fatura aqui, usou a latinha pra falar mal do clube e de sua diretoria, entrou na justiça pra não pagar, e sugeriu o boicote das outras emissoras. Em SP, só pediram que dêem as condições necessárias, o que o clube faz com maestria desde 1999 em sua Arena da Baixada.  Autofagismo lazarento (¬¬)².

 

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REFLEXÕES: 21.0

Então percebi que não basta existir, é preciso não ter medo de ser você mesmo.

Pra ter a serenidade de encarar as decepções com atos de diamante e silêncio de ouro: ambos preciosos.

Pra poder encarar a verdade que sempre diz: viver de mentiras é apenas brincar de viver. E viver, nem de longe, é brincadeira. Pois quanto mais a gente brinca, menos a gente amadurece, menos a gente vive.

É não ter vergonha de assumir suas paixões, vontades e desejos.

É ter sinceridade para dizer: não, eu não quero. Não, eu te quero. Sim, eu te esqueci. Sim, você não era tudo isso mesmo. Sim, eu me enganei. Não, eu te enganei.

É ter ciência que o tempo é são e a cabeça insana, e que juntos podem fazer maravilhas pra si e para aqueles que, num período curto ou eterno, merecem algo de você.

É entender que ser feliz, muitas vezes, é desejar a felicidade dos outros longe de você.

E quando consegue ver isso tão claro quanto um olhar, tão sincero quanto um sorriso, tão certo quanto depois que um dia vai outro vem (e o sol sempre brilha), você definitivamente entende que viver é uma arte, um oficio e é preciso cuidado. E que antes mesmo de algumas coisas, é preciso ter equilíbrio. Pra [man]ter por perto quem te cative. Pra ser aquilo que merece. Pra continuar acreditando que tudo vale a pena. Pra fazer o resto ser só o resto.

 

escreveu (  )

 ))) “ensaboar você”, Seu Jorge



Foi dito por « tony » às 11:55
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Ontem, hoje, amanha, sempre.

[várias com um pouco de sentido. Ou não]

 

Nem a gente sabia que poderia ir longe. “vamo fazer um time?”/ “vamo!”.

Seis anos depois cá estamos, com muitas partidas e gols separando os meninos dos homens que caem cedo da cama no domingo pra se ver e jogar bola, pra lembrar que houve tempo em que já fizemos partidas melhores e assumíamos responsabilidades menores. O tempo é impiedoso e nossas essências são únicas: todos mudamos, mas de certa forma também continuamos os mesmos. Hermanos. Nome que se nos perguntarem, não sabemos explicar muito bem. Confesso que acho que nem precisa... amizade também é isso ai.

 

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Dia desses eu li num site [de futebol, que me lembre] sobre um tal de inferno astral, que são os 30 dias anteriores ao aniversário da pessoa, não costumando serem os melhores. Primeiro eu ri. Depois eu fui pesquisar nos arquivos do tzaum e no que não foi publicado, ou foi com outras palavras. Ri de novo. Coincidências demais... porém, é parte verdade mesmo para um dos arianos mais estranhos que existe. E parte mentira pq sou mais da frase “desconfie do destino e acredite em você”. Inferno astral, okei. Mais tudo bem, ta acabando mesmo =P...

 

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O tcc caminha em passos musicados, com ritmo e poesia, com silencio e som. Muitas vezes me pego viajando na execução das ações propostas, em como seria ver a campanha no ar e tal. E me vejo estudando aprimoramentos profissionais, mesmo batendo aquele leve desanimo, típico de formando [e se isso for um defeito, por mim tudo bem – como diria Lulu Santos].

 

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Arremate: “[...] a gente canta, a gente dança, a gente não se cansa. De ser criança, a gente brinca na nossa velha infância.” [Tribalistas – velha infância].

 

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O Lula tem a maior aprovação da historia, com um sistema [sub] assistencialista como nunca se viu na historia deste pais. Tudo grande: o numero de exportações, de vendas nos setores, de zeros à direita nos impostos arrecadados e nas contas políticas, de bolsa-algo, de gente morrendo de doença erradicada, de novos devedores, de carros nas ruas, de denuncias por circo, de mascaras e entraves legislativos pra empurrar de barriga até as eleições municipais. Ou seja: mais do mesmo, tanto os números positivos [não mais do que a obrigação de quem se elegeu] quanto dos críticos [não mais que profissão]. Gente chorando porque tem que dividir a teta. Gente chiando que sustenta os outros [como se nunca tivesse feito isso antes!]. Viva a demagocracia.

 

E além da demagogia, a hipocrisia: com certeza vocês estão acompanhando o circo em cima da menina que morreu, supostamente atirada pela janela do seu apartamento. Umas duas semanas antes, foram as meninas exploradas em Goiás. Ano passado foi o menino arrastado. Nos anos anteriores, a onda de seqüestros. Apenas mais uma renovadinha nos números do ibope... e no meio disso, uma pena eu estar imóvel no ônibus pra conseguir registrar: um menino todo serelepe, com seus 5, 6 anos... pendurado numa rede “de segurança” da janela do 2º andar de um apartamento, pelo caminho da facul. Faltava muito pouco pra cair, mas não deve ter acontecido nada. Pelo menos não saiu [ainda] nos telejornais... O resto é o resto.

 

escreveu (  )

 ))) “as coisas tão mais lindas”, Nando Reis



Foi dito por « tony » às 17:05
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Era julho de 2004, alguém desocupado o suficiente para querer ter o que fazer, e preparando-se para os vestibas [logo, com vontade (in)voluntária de escrever], que vagando na net e cansado de msnzar e só, via-se escrevendo um texto aqui, outro acolá, já tinha meio caderno recheado com aquelas lindas, melosissimas [e depois de algum tempo, engraçadissimas] cartas e poemas amorosos, e assim ia, até que a internet banda larga chegou ao escritório/casa. Começou um capitulo de uma infindável história.

Estava enfim ocupado, e de bônus nasceu a oportunidade de fazer ótimas amizades e de aprimorar os conhecimentos na linguagem html, responsável pelo design de sites. Há alguns anos atrás era bom saber, hoje é imprescindivel na minha profissão o conhecimento das ferramentas de produção pra web. Isso tudo somado a facilidade pra escrever, que foi ampliada.

Visualmente ele evoluiu (como era de se esperar) até porque nesses 5 anos também houve um salto qualitativo na capacidade executiva do dono do blog, que sem preguiça consegiu faze-lo chegar até aqui.

O conteúdo nunca foi muito especifico. Postou-se sempre o que dava na telha, desde relatos detalhadíssimos de dias únicos, a junções e comentários a cerca de textos de outros. Especiais de niver do blog, retrospectivas, lá se vão alguns [muitos!] momentos da vida e das coisas deste que vos escreve. A periodicidade de outrora foi diminuindo em vista da carga de ocupações, trocando se o diário de poucas palavras por muito [de forma sucinta] em um ou outro dia.

E em 2010, a mudança para um endereço próprio: http://blog.tzaum.com.