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Numa semana preparando-se pra trabalhar de forma autônoma, na outra finalizando um anuncio (VT) que vai ao ar na Globo, em horário nobre, na praça local. Eu poderia me vislumbrar, mas creio que seja só o começo: publicidade pra mim sempre foi, antes de tudo, uma paixão. O ego fica beem por ultimo na lista do que faz esse mundo qual trabalho, num emprego novo que tem um muito de promissor, e é divertidíssimo.

 

 

 

Num dia qualquer pensando em mim, pensando na vida, pensando nas minhas prioridades. De um tempo pra cá, pensando nisso tudo, e incluindo alguém nesse nisso tudo. Alguém que, segundo ela mesma, de tão parecida é como uma versão feminina. Eu deveria me iludir, mas vou vivendo cada dia dessa história nova, com coração aberto, cabeça em paz, pés no chão. E sentindo-me um tanto mais completo em cada instante que vai se vivendo: é bem bom ser nós, com ela.

 

 

 

E também queria escrever sobre um monte de coisas, mas hoje não: os dias estão corridos, o tempo está escasso, meu blog vai fazer 4 anos nessa semana que chega, fora o que tem acontecido no universo ao meu redor. Peço desculpas pela ausência / falta de visitas. Contudo, o infinito particular gira feliz, muito, como eu sequer esperava que poderia estar. E é bom assim, quando é surpreendente, diferente, gostoso. Feliz niver niver pro blog, e que a boa fase qual vivo seja duradoura. Pra continuar assim, rindo feito menino arteiro. Porque o resto é só o resto ;)...

 

escreveu (  )

 ))) “telegrama”, Zeca Baleiro



Palavras do « tony » às 14:03



Musical, musicante, musicando.

Musical (maio, 2008)

Senta pra ouvir um disco. Lembra da associação que tinha feito uma vez, e achou melhor descrita em outro lugar, e concorda que ambas são verdade: as pessoas são como música. Ele vê algumas como sinfonias: quanto extensas, tanto repetitivas. Pergunta-se porque elas preferem ser uma eterna coletânea que finge escrever letra nova, mas na verdade são só musica velha já balizada pela critica e de qualidade duvidosa... torce para que esses álbuns descubram que uma trilha sonora se compõe – também – de versos e melodias novas: basta que olhem para dentro de si, revisitem sua discografia, e deixem inspirar-se pelos novos sons que (deveriam) nos (tocar) tocam todo santo dia.

É o melhor jeito pra não ser “faixa bônus” da trilha de um qualquer, e nos tornar o hit de maior sucesso seja na própria, seja na trilha sonora de outrem...

 

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O musicante

 

 

o titulo diz bastante, o conteúdo mais ainda: prato cheio pra quem ama musica mas não "leu tudo" sobre o assunto. Um novo olhar sobre os últimos 50 anos de (especialmente) pop e rock, mais um monte de coisa boa que rolou nesse tempo. Eu recomendo, e se alguém quiser me dar um de presente, não reclamarei =D.

 

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Musicando

Tempo de Criar pra Caramba (TCC): comecei a parte de criação (sorriso de criança na cara), estou pesquisando de tudo um pouco (já dá pra ver o útero que eu não tenho só pelo sorriso), e me enfurnei nos tutoriais dos últimos programas que eu queria aprender e achei \o/\o/. Os dias têm sido assim, musicalmente interessantes... a gente ouve trilhas novas e se encanta naturalmente; estão cheias de versos que não dizem o que queremos / gostamos ouvir, mas aquilo que faz a gente feliz: e nos inspira músicas novas... o infinito particular anda auditivamente bom =).

 

 

 

No universo ao meu redor, novo imposto na saúde, claro [ou seria caro?] problema de gestão nessa área, a imprensa mostrando de forma paliativa a situação, e o povo assistindo, literalmente. Alguma novidade? Sim, estão fazendo o possível [com denotada ajuda da burrice desse pessoal] pra limar qualquer pessoa próxima ao barbudinho a uma candidatura em 2010. A bola da vez é a Dilma. Falando em bola, os meus respeitos ao Sport, campeão da Copa do Brasil em cima não só do timón, mas sobre o bairrismo exacerbado vindo do eixo da bola. É lamentável a postura da Globo, aumentando o volume de menos de 10% de uma torcida no estádio pra sugerir uma superioridade claramente inexistente. É divertidíssimo ouvir a voz de tristeza na narração dos gols do adversário, tratado como um inimigo, como um estrangeiro desde muito antes do jogo, tratado como guerra por meia dúzia de “jornalistas”. E o resto é o resto.

 

escreveu (  )

 ))) “same mistake”, James Blunt.



Palavras do « tony » às 08:12



Tem Cada Coisa...(TCC)

Saaalve salve ;)

Um pé nas férias de facul, notas de TCC pipocando e os números de digito ponto digito que apareceram (e aparecerão) para mim, sugerindo traduzir todo o esforço desse período, nem de longe, mas nem de longe mesmo, representam a satisfação que carrego num olhar quase sempre fixo, numa expressão quase sempre fechada, e num sorriso quase sempre tímido. A sensação de dever cumprido é maior, bem maior que qualquer avaliação denotadamente feita com relativa (leia pouca, prezados leitores) boa vontade, conforme os professores têm demonstrado. O outro pé fica balançando, louco pra escrever alguns posts sobre esse universo no qual estou me graduando e que prometi que escreveria (cumprirei, mas não agora).

Ainda tem a 2ª parte do tcc, onde se usa Toda a Capacidade de Criar: as áreas onde procurei me especializar nesses 6 anos onde me entendo por cumpridor de uma área profissional (e uma paixão pra longa data!).

 

 

[por-do-sol de feriado, que passei muitíssimo bem acompanhado :) | clique para ampliar]

 

No universo ao meu redor, observo com os olhos céticos de sempre as movimentações e joguetes políticos para as eleições que se aproximam; Vejo um futebol com nível técnico sofrível, onde tá raro achar um jogo gostoso de assistir, e jogador no máximo mediano sendo venerado como craque pela imprensa; Vejo a economia brasuca chegando com o seu carrinho quase no topo da montanha russa, se preparando pra voar ladeira abaixo (escrevi há algum tempo atrás que o pais não caminha pq o povo não investe, só gasta: outra prova chega já já...); Não só não acredito, como fico puto quando vou ao mercado e vejo um litro de óleo de soja custando o dobro de um litro de leite, que já está num preço absurdo. Isso porque estamos num país majoritariamente rural, que anda exportando horrores. E acabei de me lembrar do txt “filtro solar”, narrado por Pedro Bial, que conta com outras palavras mais ou menos o que disse logo ai...

 

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No infinito particular, um sinal claro de que a diferença de idade (embora eu ainda seja só um garoto) já pesa: antes podia ficar pelado no inverno (e eu ficava praticamente pelado, rá!) que gripe nenhuma era páreo para este que vos bloga. Agora basta uma virada de temperatura, que já fez com que a garganta ficasse num estado lamentável, sugerindo-me fazer algo que pratico naturalmente: falar pouco, muito pouco. E digo também que fiquei muito feliz com o retorno que o post anterior teve: bastante gente veio falar comigo que gostou de saber de uma noite de verão com chuva lá fora e eu ali, pensando em mim =D. E que nesses 10 dias, vários fatos e pessoas ficaram me fazendo pensar nesta frase, singela nas palavras, repleta de conteúdo: ahhh, tem cada coisa... o resto é o resto ;)

 

escreveu (  )

 ))) mundo livre fm  (veja o site | ouça aqui)



Palavras do « tony » às 21:55



De um dia sem aula (março,2008)

Noite de verão, chuva lá fora e eu aqui, pensando em mim. E abrindo um sorriso a cada lembrança infame trazida seja pelo verso da música que faz pano de fundo pro som gotejante de São Pedro, seja pela própria mente que propriamente viaja numa noite de corpo cansado e mente em paz.

 

Noite de verão, chuva lá fora e eu aqui, pensando em mim. Pernas quase pro ar, uma pose estranha [porém confortável] para grafitar a penúltima folha de um caderno que tem nada mais nada menos que 4 anos de cartas a amigas e amores, que vezes foram as duas coisas, noutras um de cada, ou um pouco, ou ainda nada disso; posts [como esse!] pra um blog, relatos, rabiscos, idéias, pensamentos soltos traduzidos em palavras pra que qualquer dia eu pudesse ver o que entendi [ou não] nesse tempo. Folhas amareladas, sinais visuais de que o tempo passa e passatempo escrevendo pode ser divertido.

 

Noite de verão, chuva lá fora e eu aqui, pensando em mim. E num versinho assim, rimadinho com im, começo meio e fim. E nas músicas que cantei. E nas mulheres [as vezes só meninas, noutras tão mulheres] que encantei, sem pensar pq com todas elas me decepcionei. E que aquela, aqueeeela, num encontrei. (hei de encontrar, sei!) e até lá vou como antes: viverei. (eeeeeeeii!!)

 

Noite de verão, chuva [parando] lá fora e eu aqui, pensando em mim. A pose mudou um pouco, a música mudou bastante, e enquanto o sono não vem as linhas azul [muito] desbotadas vão sendo preenchidas. Como uma vida vivida. Como o som das poucas gotas. Como o silencio dos meus pensamentos. Como as minhas letras tortas letras. De forma. Deforma. De forma simples, como um sorriso feminino, um olhar inocente, um bjo na face, um gesto sincero, uma expressão singular. Ouço a chuva continuar. [não] vejo a hora passar. Fecho o post e passo a régua, pq deu uma página inteira de caderno e até numa noite de verão, com chuva lá fora e eu aqui pensando em mim, o resto é o resto.

 

escreveu (  )

 ))) mundo livre fm  (veja o site | ouça aqui)



Palavras do « tony » às 10:51



Meme.Post

Hoje escrevo em forma de sugestão. Escreva e indique a quantas pessoas quiser, mas só se quiser. O assunto é...

 

 

 

VOCÊ TEM BLOG POR QUÊ?

Eu tenho porque eu gosto de escrever. E é uma forma há quase 4 anos encontrada pra ocupar parte do meu tempo livre e ver como é uma auto-tradução em palavras, com tudo que faz parte do meu infinito particular e do universo ao meu redor.

Nunca teve centenas de links, até porque não tenho meio dia ou mais que este para ler e visitar essa quantidade de gente. Tenho essas centenas nos favoritos do meu navegador, e só comento sobre / naqueles que realmente li, sem o clássico “oi passei aqui passa no meu vim na verdade pq quero a tua audiência então vê se me clicla então escrevi qualquer coisa, obrigado abraço bjo meu link”. Obviamente, com menos palavras.

Também nunca tive contador, porque me lixo para números. Não me importo com quantos me visitem, desde que cada um deles goste do que leu por aqui.

Tenho um blog porque as leis dele sou eu que faço, a democracia é real. O dia em que eu tiver que mudar minha vida pro ritmo nojento que a blogsfera anda tomando, fecho e amplio o uso de outras coisas que me divertem.

O dia em que eu me sentir obrigado a participar de blogagens coletivas (nós e a mania de muito falar e pouco fazer so sorry por não ser da turma!), em que tiver que fofocar sobre autores de blogs, e usar meu espaço pra promoção alheia, largo mão de verdade.

O dia em que for cobrado porque não enchi meu blog de inutilidades úteis***, que não cumpri meme tal, que fiz ou deixei de fazer algo, perceberei que o circo não é mais pra mim.

Porque eu tenho blog pra continuar e expressando: uma singela contribuição a meu biografo, um momento de risada aos que me precederem, uma auto-tradução em palavras.

Não é pra ser blogcelebrity.

Não é pra ser popular e/ou populista.

Não pra cuidar da vida dos outros, nem por causa dele e/ou através das pessoas conhecidas nele.

Não é pra ser macaquinho da mídia. Nem pra “pagar uma” de ativista social. E você, tem blog porque?

 

Aqui um link pra imagem acima:

http://img88.imageshack.us/img88/1493/wselimpqdg3.jpg

Passe a quantas pessoas quiser e só faça se quiser: você é quem escolhe.

 

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*** reza um dito popular que diz: “menos é mais”. Vale quando estamos tratando de elementos visuais, como é um blog. Um blog legal nem sempre é o frufruzento que até com banda larga demora pra carregar: é aquele onde você tem uma leitura agradável – tanto pela forma quanto pelo conteúdo – e é fácil de comentar.

 

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Trabalhando, estudando, estudando, atlético-pr, estudando, trabalhando, estudando, aproveitando, voltando a apanhar da cama. Os dias tem sido assim, exatamente nessa ordem. Mais estranho (?) que isso é só o fato de gostar – muito – desse ritmo. Inclusive porque faz o resto ser (muito!) só o resto.

 

 

escreveu (  )

 ))) mundo livre fm  (veja o site | ouça aqui)



Palavras do « tony » às 15:49



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